Costão do Santinho sedia o 31º Congresso de Medicina Nuclear

Costão do Santinho sedia o 31º Congresso de Medicina Nuclear

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Oncologia e Cardiologia também foi o foco do CBMN 2017, foram discutidas as aplicações da especialidade na luta contra diversos cânceres das mais diversas modalidades. 

 

Nos dias 2 a 4 de novembro o Costão do Santinho foi palco de inovação, tecnologia, medicina e muita troca de conhecimento. Nestas datas aconteceu o XXXI Congresso Brasileiro de Medicina Nucelar, esta é uma especialidade médica utilizada para fornecer informações, precisas, de exames e diagnósticos do corpo que vai desde a parte mental as doenças cerebrais até, principalmente, os cânceres – Os exames que utilizam os métodos da Medicina Nuclear conseguem diagnosticar muito precocemente doenças que outros métodos clínicos não conseguiriam com a mesma precisão. 

 

O evento debateu os temas mais atuais e de profundo interesse da especialidade – bem como seus benefícios à população – em uma reunião de mais de 600 profissionais ligados à radio farmácia, biomedicina e física aplicadas a esse campo da medicina. Além da mostra de muitos materiais sobre inovações para tratamentos oncológicos, houve também uma preocupação com as demais áreas e promoveu uma trilha de educação continuada buscando provocar  uma melhor interação entre quem solicita os exames e quem o executa, e para o Dr. Fábio Ribeiro, Presidente do Congresso essa foi a grande quebra de paradigma do evento, “a preocupação educação continuada que foi fazer aulas destinadas a iniciantes na especialidade, alunos e a clínicos de outras especialidades para que aumentar essa integração entre o clínico que pede o exame e quem realiza o exame o que eu chamei de entender o que eles querem e atender o que eles querem,  e essa foi a grande mudança de paradigma do evento, revelou. 

 

Além de renomados especialistas brasileiros e estrangeiros, vindos da Alemanha, Argentina, África do Sul, Áustria, Bélgica, Canadá, Chile, Estados Unidos, Holanda, Itália, México, Uruguai e Peru, também estão confirmados na programação representantes da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), ANVISA, Associação Médica Brasileira (AMB) e dos Ministérios da Saúde, Meio Ambiente, da Ciência e Tecnologia da Informação. 

 

“Buscamos promover atividades que tragam aos participantes aspectos referentes às vivências diárias da especialidade, por meio de apresentações e relatos de casos e outras evidências, sempre seguidas de debates”, explica o médico nuclear Fábio Ribeiro, presidente do XXXI CBMN. “Elaboramos uma programação de alto nível, trazendo o estado da arte em Medicina Nuclear do mundo aqui para o Brasil, a fim de colocar em debate tudo o que há de mais avançado, das pesquisas clínicas à ciência básica, quando o assunto é Medicina Nuclear”, completa a também médica nuclear Elba Etchebehere, presidente da comissão científica do evento.

 

Para o Presidente do congresso, o evento, além de construir uma melhor interação entre as equipes o congresso a troca de conhecimento permite que seja criados novos conhecimentos para todo o trade, e principalmente para os pacientes “a grande vantagem é que a gente consegue criar novos protocolos aqui novas abordagens, e enfoques mais eficientes para o diagnóstico dessas doenças cujo o maior beneficiário acaba sendo o paciente, ou seja , o principal.  A forma que a gente tem que ajuda o paciente com o diagnóstico dele”, descreve. 

 

Outra inovação para esta edição do evento foi a moderação das mesas redondas, buscando garantir a interação entre os médicos nucleares e os clínicos -  garantindo que este foi um evento de “troca de dores”, momento em que se buscou saber e conhecer as principais dificuldades doas áreas que embora distintas mas que se completam, para o presidente esta interação ficou completa com esta modalidade de estrutura de intercâmbio. A grande inovação desse congresso foi que nós trouxemos para dentro do congresso médicos de outras modalidades como moderadores. Em todas as mesas os médicos de outras especialidades que participaram fizeram a moderação das mesas, desta forma a gente pode entender as necessidades deles e eles as nossas necessidades, ou seja, quem pede o exame, então não é um evento feito de médico nuclear para médico nuclear. E, sim um evento feito de médico nuclear para médicos clínicos e de clínicos para médicos nuclear. Essa foi a principal inovação desse ano. Além de várias palestras não médicas relacionada a física médica, ligados a área de farmácia e a educação continuada dos grupos de não médicos e os tecnólogos, ressaltou. 

 

 

Além de toda a programação científica os congressistas puderam contar com a expertise da equipe e da estrutura do Costão do Santinho as salas utilizadas pelos congressistas fazem parte do arquipélago de eventos conhecido como Açores Eventos que possui, uma área de   mais de 9 mil m2 de estrutura para atender até 4 mil pessoas. Além disso os espaços podem ser ajustados de acordo com as necessidades de cada evento. Segundo o Dr. Ribeiro esta estrutura foi mais um dos motivos que garantiram o sucesso do congresso, promoveu ao evento a roupagem ideal com um plus de networking e descontração que o evento precisava “Acho que o sucesso maior desse evento foi poder fazê-lo num local como este , um Resort, onde você pode não só fazer uma excelente programação cientifica como as pessoas, mas garantir que os congressistas pudessem trazer as suas famílias e ter uma vida social além do congresso. O evento possui uma carga técnica excelente, mas às vezes, ficar longe da família é algo que faz com que o congressista não participe. Então, fazer um evento que uma excelente qualidade técnica científica, mas quando acaba ele está com a família dele esperando para que ele aproveite o resto do dia e com uma programação social noturna excelente que foi o alto do evento. A programação social foi a grande oportunidade que as pessoas tiveram de se sociabilizar, fazer network e de conversar de forma mais relaxada, expôs.

 

 

 

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